segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

MCG participa da inauguração da Superintendência

Representantes do Movimento Campos Gerais de Igual para Igual (MCG) participaram, na última quinta-feira (22/12), da inauguração da Superintendência da Caixa Econômica Federal (CEF) em Ponta Grossa. O evento aconteceu na sede do órgão na Rua Francisco Ribas.
Desde 2009 o MCG busca negociações acerca da representação a CEF na cidade, em conjunto com outras entidades e sociedade civil. O retorno da unidade, desativada em 1998, foi confirmado no início do mês de novembro deste ano, com a nomeação de Luiz Henrique Borgo como superintendente.
Para o coordenador do MCG, Henrique Henneberg, a implantação da superintendência é das maiores conquistas do Movimento. “Finalmente, contamos com a reativação da superintendência. Essa iniciativa representa mais legitimidade a Ponta Grossa e região, gerando mais agilidade nos processos”, conta.
O superintendente da CEF Regional, Luiz Henrique Borgo, comentou que a Caixa reafirma o compromisso com a população. “Nosso compromisso é firmar parcerias para alcançar o resultado esperado, que é o desenvolvimento da região”, disse.
A nova superintendência deve atender a 81 municípios dos Campos Gerais e funcionará na unidade da rua Francisco Ribas. Também foi inaugurada na ocasião a Representação de Desenvolvimento Urbano (Redur).


Gisele Barão

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Movimento organiza debate entre órgãos federais em Ponta Grossa

Na última segunda-feira (28/11), aconteceu o 1º Fórum Interinstitucional dos Órgãos Públicos Federais da região dos Campos Gerais, organizado pelo Movimento Campos Gerais de Igual para Igual (MCG) e pela Ordem dos Advogados do Brasil, Subseção de Ponta Grossa (OAB-PG). Na ocasião, os órgãos tiveram a oportunidade de apresentar os resultados do último ano, além de esclarecer dúvidas sobre sua composição e funcionamento.
O Fórum foi realizado na sede da OAB-PG e reuniu representantes de 13 órgãos: Caixa Econômica Federal, Justiça do Trabalho, Justiça Federal, Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho, Ministério do Trabalho e Emprego, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Procuradoria da Fazenda Nacional, Procuradoria Geral Federal e Delegacia da Receita Federal.
O juiz federal Antônio César Bochenek, representante do MCG, explica que o objetivo do encontro era integrar órgãos e os agentes prestadores de serviço público federal. “Um dos aspectos que percebemos a partir das apresentações é a falta de estrutura que os órgãos públicos federais possuem”, afirma.
Márcio Luiz Mores, que representou o Ministério do Trabalho, foi um dos idealizadores do evento. “O trabalho isolado dos órgãos públicos federais gera muitas dificuldades. Espero que as conversas e a troca de experiências continuem acontecendo, para facilitar o trabalho”, diz.
            O delegado da Receita Federal em Ponta Grossa, Gustavo Horn, conta que o mérito do Fórum foi proporcionar o contato entre as instituições. Segundo ele, de janeiro a outubro deste ano, a Receita colaborou com 79 entidades assistenciais e 58 órgãos públicos. “A Receita Federal se colocou à disposição para fornecer melhor estrutura aos demais órgãos com os produtos em estoque, com uma forma de poupar recursos públicos”, afirma.

A partir dessa primeira iniciativa, as próximas atividades da OAB e MCG visam tornar mais acessíveis à população as informações sobre os órgãos públicos na cidade.

Reivindicações do Movimento Campos Gerais

Entre os órgãos que se apresentaram no 1º Fórum, dois tiveram participação do Movimento Campos Gerais de Igual para Igual no processo de implantação em Ponta Grossa. A superintendência da Caixa Econômica Federal, que foi objeto de negociações do MCG desde 2009, e a Polícia Federal foram reivindicações do grupo. O MCG ainda reivindica a instalação da Advocacia Geral da União e da Defensoria Pública da União.
Outro ponto discutido sobre a atuação do MCG foi lembrado pelo inspetor Haroldo Luis Rauch Júnior, da 3ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal. “O Movimento nos ajudou recentemente na luta contra o fechamento do Posto Furnas. Sabemos que a reabertura do posto seria um processo muito difícil”, explicou.

Movimento quer divulgar ações dos órgãos para comunidade



Gisele Barão

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Superintendência da CEF representa mais uma conquista para o MCG

No início deste mês, foi confirmada a implantação da superintendência da Caixa Econômica Federal (CEF) em Ponta Grossa, com a nomeação de Luiz Henrique Borgo como superintendente. O retorno de uma unidade na cidade era uma das bandeiras defendidas pelo Movimento Campos Gerais de Igual para Igual (MCG).
As negociações começaram em 2009, quando o Movimento passou a fazer contato com representantes políticos do Paraná, pedindo apoio no processo de reinstalação do órgão. Em dezembro do ano passado, juntamente com membros do Conselho de Entidades, o MCG se reuniu com a então senadora Gleisi Hoffmann (PT) para encaminhar a solicitação ao governo federal.
Para o coordenador do MCG, Henrique Henneberg, a implantação traz inúmeros benefícios: “A superintendência da Caixa Econômica Federal atende a uma demanda da comunidade e representa mais legitimidade para Ponta Grossa e outras cidades da região”, afirma.
O representante do MCG, Antônio César Bochenek, acredita que é uma conquista da população: “A união da sociedade e representantes políticos foi muito importante no processo. Trata-se de um órgão que nem deveria ter sido retirado da cidade, mas faltou mobilização na época em que foi desativado”, diz. 


Gisele Barão 

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Encontro debate Casa de Custódia e fechamento do Posto Furnas

Membros do Movimento Campos Gerais de Igual para Igual (MCG), do Conselho Comunitário de Segurança (CCS) e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – subseção Ponta Grossa, estiveram em Curitiba na última sexta-feira (30/09) para debater dois assuntos de interesse da população: a criação da Casa de Custódia em Ponta Grossa e o possível fechamento do posto Furnas, na BR 376.
Em reunião com a Secretária de Justiça e Cidadania do Paraná, Maria Tereza Uille Gomes, foi confirmada a construção da Casa de Custódia para o próximo ano. A Secretária ressaltou a necessidade de apoio por parte da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa em questões referentes à obra. Nesse sentido, o próximo passo do MCG é agendar uma reunião com o prefeito Pedro Wosgrau Filho, para apresentação de projetos para a construção.
A criação da Casa de Custódia é defendida pelo MCG desde 2009. O Movimento defende que, além de ser uma alternativa para prisões provisórias, a Casa serve para aliviar a superlotação do presídio público Hildebrando de Souza. Embora tenha capacidade para 172 presos, atualmente o presídio está com cerca de 470. Esses números fazem do Hildebrando um dos presídios de maior superlotação no Paraná.

Posto Furnas continua a funcionar

Outro resultado da visita do grupo a Curitiba foi o encontro com o representante da Superintendência da Polícia Rodoviária Federal no Paraná, Gilson Luiz Cortiano, para debater o possível fechamento do posto Furnas, na estrada entre Ponta Grossa e Curitiba. A principal razão para o fechamento era a falta de policiais. Apenas dois funcionários atuam no local.
Como explica o advogado Henrique Henneberg, presidente do Conselho Comunitário de Segurança (CCS), no encontro em Curitiba a comissão conseguiu sensibilizar as autoridades envolvidas: “O posto não será mais fechado, pudemos convencer os responsáveis sobre a importância do Posto Furnas”.
O procurador Osvaldo Sowek, representante do MCG, explica a importância de manter o funcionamento da unidade: “A preocupação do Movimento é com a segurança, com a agilidade no atendimento. Como já foi fechado um dos postos próximos a Curitiba, não poderíamos depender apenas de uma unidade dentro de uma distância tão grande”, explica.





Gisele Barão

Foto: Assessoria SEJU

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Superintendência da CEF é conquista social, avalia Movimento

Entidades comunitárias destacam participação popular na instalação da unidade da Caixa Federal em Ponta Grossa

Desde 2009, o Movimento Campos Gerais de Igual para Igual junto a outras entidades locais reivindicam a instalação de uma Superintendência Regional da Caixa Econômica Federal em Ponta Grossa, que foi aprovada na última terça-feira, 12 de julho, pelo Conselho de Administração da Caixa Econômica Federal. A aprovação da demanda representa uma conquista da participação da sociedade civil em questões de interesse social.
Para o coordenador do Movimento Campos Gerais de Igual para Igual, Henrique Henneberg, a reativação da unidade beneficia toda a região dos Campos Gerais. “Com a reativação da superintendência, garantimos maior representatividade a Ponta Grossa, além de mostrar respeito ao cidadão que, depois de um bom tempo, volta a contar com o serviço”, manifesta.
O professor Sérgio Gadini entende a aprovação como uma conquista efetivamente popular: “Através da manifestação da sociedade, Ponta Grossa volta a contar com a unidade administrativa”, diz o professor.
As discussões sobre a instalação da Superintendência iniciaram em 1998, quando a unidade foi desativada no município. A partir desta data representantes uniram-se na busca de medidas que revertessem a situação. A mais recente delas foi a entrega de um ofício solicitando apoio político para a mobilização da instalação da superintendência à Senadora Gleisi Hoffmann, durante uma reunião do Conselho de Entidades, na sede Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG), em fevereiro deste ano.
O Conselho de Entidades é formado por 42 organizações sociais. O coordenador do Conselho, Luiz Eduardo Pilatti, considera a instalação uma vitória. “A Superintendência de volta em Ponta Grossa vai gerar facilidades e benefícios à população de várias cidades do entorno, sem que ninguém precise buscar serviço em Curitiba. Além disso, conquistamos uma demanda que é pública”, enfatiza o coordenador.
Henneberg ainda lembra que o Movimento solicitou apoio à instalação da Superintendência de diversos representantes políticos do Paraná, entre deputados estaduais e federais. “A superintendência, assim como outras necessidades que reivindicamos, é mais uma maneira de fortalecer a participação popular”, ressalta.

Isadora Camargo

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Defensoria Estadual

A notícia que vem aquecendo o ramo dos concursos públicos e incitando a curiosidade de muitas pessoas decorre da recente autorização legal para início das atividades da Defensoria Pública do Estado do Paraná.
A Constituição Federal e a Constituição do Estado do Paraná contam, há mais de 20 anos, com regras que não só determinam a criação da Defensoria Pública, mas também a caracterizam como função essencial à justiça.
A Defensoria Pública é uma entidade com foco de atuação especificamente voltado à defesa dos direitos e interesses dos necessitados, pessoas com poucos recursos que passam suas vidas distanciadas do sistema judicial, da defesa e do exercício de seus direitos pela simples razão de não terem condições financeiras que as habilitem à contratação de profissionais da
esfera privada.
A Constituição Federal confere especial proeminência à Defensoria Pública, qualificando-a - ao lado do Ministério Público e das advocacias pública e privada - como instituição essencial à função Jurisdicional do Estado e à ela atribuindo a responsabilidade pela orientação jurídica e a defesa, em todos os graus, dos necessitados (art. 134).
A Constituição do Estado do Paraná não destoa dessa orientação, ao dispor que à Defensoria Pública incumbe a orientação jurídica integral e gratuita, a postulação e a defesa, em todas as instâncias, judicial e extrajudicial, dos direitos e dos interesses individuais e coletivos dos necessitados (art. 127).
Em respeito a imperativos da Constituição Federal e da Constituição do Estado do Paraná a Assembléia Legislativa aprovou projeto de lei estadual que autoriza a instalação da Defensoria Pública e o início de suas atividades. O projeto de lei foi sancionado pelo Governador Beto Richa na manhã do dia 19 de maio de 2011, em solenidade realizada na Universidade
Federal do Paraná.
A lei estadual criou 333 cargos de defensores públicos e 426 cargos para assessoria. Na ocasião, em entrevistas a diversos jornalistas que acompanhavam o evento, mencionou-se a realização, neste ano, de concurso público para contratação de 207 Defensores Públicos.
Mas o que faz um Defensor Público? Segundo a Constituição Federal, cabe ao Defensor Público a prestação de assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovem insuficiência de recursos para a contratação de profissionais da esfera privada (art. 5º, LXXIV).
A Lei Complementar Estadual nº 55/1991 contempla as seguintes missões institucionais da Defensoria Pública: a) promover ação penal privada e a subsidiária da pública; b) promover ação civil; c) promover defesa em ação penal; d) promover defesa em ação civil e reconvir; e) atuar junto aos estabelecimentos policiais e penitenciários, visando assegurar à pessoa sob
qualquer circunstância, o exercício dos direitos e garantias individuais; f) assegurar aos seus assistidos acusados em processo judicial ou procedimento administrativo, o contraditório e a ampla defesa, com os recursos a ela inerentes (art. 4º).
Para que a nobre função do Defensor Público possa ser desempenhada com fidelidade às missões institucionais, foram estipulados, nos já conhecidos, reconhecidos e festejados moldes do Ministério Público, os princípios da unidade, indivisibilidade e independência funcional.
A iminente carreira de Defensor Público neste Estado do Paraná é atrativa sob diversos aspectos. Além das evidentes garantias que a grande maioria dos servidores do país encontra em seu dia-a-dia (horário de expediente adequado, férias 42 3027-5040 Rua Joaquim Guimarães, 66 - Jd. Carvalho
Ponta Grossa PR - www.eJufe.com.br ou pontagrossa@ejufe.com.br
anuais com adicional de 1/3, previdência social específica, auxílio-alimentação, estabilidade funcional, etc), um defensor público está protegido pela independência funcional e tem a rara oportunidade de trabalhar seguindo seus ideais.
Explico. Não são poucas as pessoas que adorariam trabalhar em prol dos direitos e interesses dos mais necessitados, aconselhando-os, tutelando-os, defendendo-os. A Defensoria propicia esse trabalho, com remuneração interessante. Além do mais, o princípio da independência funcional, que é um dos suportes constitucionais à Defensoria Pública, protege todo e
qualquer Defensor Público de pressões externas, alheias à sua própria convicção, ao seu próprio ideal de justiça.
O concurso anunciado em tom festivo na Universidade Federal do Paraná no último dia 19 tem, sob minha ótica, atrativos que o tornam único. Grande oferta de vagas e a especial circunstância de, uma vez aprovado, o candidato ser considerado, automaticamente, “antigo” na carreira. Em outras palavras: dispor de um leque de oportunidades funcionais que são
próprias daqueles agentes que já têm muitos anos de experiência e dedicação numa determinada função pública.
Isso tem instigantes e imediatas implicações. Um dos aprovados deverá ser eleito Defensor Público Geral. Alguns dos aprovados deverão atuar em segundo grau de jurisdição, ou seja, perante o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, auxiliando na formação da jurisprudência. Outros deverão assumir postos voltados ao envio, às instâncias superiores, dos recursos especiais e extraordinários, estabelecendo, assim, comunicação direta com o STJ e com o STF. Muitos terão a oportunidade de escolher excelente Comarca para trabalhar e criar raízes. Escolhas e oportunidades como estas são incomuns.
O grupo dos primeiros aprovados terá a chance de vivenciar, fazer e contar a história dessa instituição, recém-nascida no território paranaense e que será forte o suficiente para acolher legítimos pleitos de quem mais necessita, para defender interesses individuais e coletivos de minorias, para auxiliar na incansável busca dos ideais cidadãos e para se consubstanciar em baluarte da democracia.

Fabrício Bittencourt da Cruz
www.fabriciobittencourt.com.br
www.livrodoconcursopublico.com.br

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Comentário Público

O comentário abaixo é de autoria do Juiz Federal, Antônio César Bochenek sobre matéria que se refere ao Observatório Social de Ponta Grossa, veiculada no dia 22/06/2011 no Jornal da Manhã, a qual gerou a elaboração da Carta Aberta a população de Ponta Grossa, também disponível neste site.

"Sem adentrar no mérito ou julgar os fatos ocorridos e noticiados, é incontestável a relevância do Observatório Social nas municipalidades brasileiras em face das falhas e omissões dos gestores públicos. Os exemplos são os mais variados e comprovam o trabalho realizado por mais de 50 Observatórios Sociais no Brasil. Não é preciso numerar todos os feitos, basta acessar os endereços eletrônicos na internet ou conversar com qualquer voluntário ou representante das entidades apoiadoras. A relevância do OS aumenta quando as instituições (Vereadores, Prefeito, Secretários, Ministério Público) não conseguem fiscalizar a contento todas as irregularidades e falhas que permeiam a administração pública. Afinal, se os órgãos constituídos responsáveis aprensentassem respostas satisfatórias, não precisaria a sociedade civil se preocupar com esses assuntos e poderia reservar energias e sinergias para outros pontos também relevantes. Infelizmente, os meios de comunicação diariamente apresentam notícias de desvio das funções públicas e irregularidades. E para tanto, precisamos de observatórios sociais.

Os administradores públicos conscientes de suas funções públicas deveriam olhar os integrantes dos Observatórios Sociais como parceiros e aliados na boa condução dos serviços públicos, a exemplo do que ocorre em Maringá (cidade onde surgiu o OS). Afinal, a coisa pública é de todos e todos temos o direito constitucional de saber como as coisas públicas são tratadas".

Antônio César Bochenek
Juiz Federal
(http://direitojusticacidadania.blogspot.com/)

Carta aberta à população de Ponta Grossa

29/06/2011 - OSPG - Carta aberta à população de Ponta Grossa

O Observatório Social de Ponta Grossa (OSPG) vem através desta, tornar pública sua indignação com o episódio ocorrido dia 22 de junho de 2011, nas dependências da Secretaria Municipal de Administração e Negócios Jurídicos de Ponta Grossa – Departamento de Compras -, em que voluntários do Observatório Social de Ponta Grossa foram impedidos de acompanhar o Pregão nº 299/2011. Na ocasião, os membros do OSPG também foram intimidados com a presença da guarda municipal, não podendo exercer o direito de promover a cidadania fiscal, objetivo do Movimento. Zelar pela transparência é uma prática do Observatório Social, seguindo o exemplo do que deve acontecer com órgãos públicos, conforme prevê a Constituição Brasileira.

Os membros do OSPG também não concordam com as informações presentes no release postado no site da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, em 22 de junho de 2011, às 18h59. Esse episódio provocou uma disfunção do ponto de vista da informação, que chegou ao público de forma parcial, incompleta e equivocada.

O OSPG reitera que em nenhum momento qualquer de seus voluntários faltou com respeito com qualquer pessoa presente no pregão ou agiu em desacordo com a lei. O diálogo é estabelecido constantemente pelo OSPG.

O Movimento declara suas ações públicas como prestação de contas abertas à comunidade, constituindo-se como um órgão de acompanhamento do que é de interesse da sociedade.

Os Observatórios Sociais (OS) possuem entre seus objetivos acompanhar os gastos públicos municipais, promovendo a cidadania fiscal. Atualmente, 70 voluntários de diversas formações, são parceiros do OSPG, que trabalha como um organismo de fomento à qualidade e transparência na

aplicação de recursos públicos. O foco do OSPG é o monitoramento de licitações, gastos com pessoal e contratos administrativos.

Entre as intervenções já realizadas pelo OSPG está o apontamento relacionado ao Pregão Eletrônico 393/2010 para aquisição e fornecimento de material de construção no valor de R$ 6,9 milhões, que em um dos seus itens previa compra de lotes de “bolas para tênis de mesa”. Em outro item do edital era previsto valor máximo de R$ 21.610,60 para compra de lâmpadas fluorescente tubular, que foi comprado por R$ 13.028,40. No entanto, no Diário Oficial foi publicado como valor da compra R$ 130.284,00.

Outra intervenção foi em relação à concorrência 08/2010, que estabelecia valor de até R$ 18,7 milhões para contratação de serviços técnicos e advocatícios especializados. O OSPG solicitou por duas vezes cópia do processo de licitação, sendo atendido apenas parcialmente. Diante disso, o OSPG recorreu ao Ministério Público, sendo que na sequência houve decisão judicial suspendendo o edital.

Recentemente, o OSPG comunicou uma divergência de informação de valores entre o Diário Oficial e o site do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), o que poderia ter gerado dúvida. O site do TCE-PR publicou o procedimento licitatório do Pregão Presencial 28/2011 da Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes de Ponta Grossa com valor máximo de R$772.500,00. Um valor de R$695.250,00 superior ao publicado no Diário Oficial. O fato chamou a atenção do TCE-PR que fez a correção.

Esses são exemplos (*) que mostram a finalidade e a legitimidade do OSPG, como um movimento em defesa dos interesses coletivos. Dessa forma, os esclarecimentos feitos neste comunicado são de extrema importância para evitar que os fatos sejam deturpados.

(*) a opção de acompanhamento de Editais é feita de maneira aleatória, limitando-se a estrutura atual do OSPG, que consegue efetivar – 1% do total

Ermar Toniolo -
Presidente do OSPG

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Especial Dossiê

O Movimento Campos Gerais de Igual para Igual a patir de hoje lançará informações publicadas ou veiculadas sobre algumas demandas locais e federais defendidas ao longo dos três anos de atuação do Movimento na região.
A primeira da semana é a Casa de Custódia, uma necessidade de Ponta Grossa! As matérias, vídeos e aúdio do ano de 2011 sobre o assunto serão recapituladas neste espaço. Participe com o MCG dessa luta.

O primeiro vídeo foi veiculado em 11 de fevereiro de 2011 pela TV Esplanada de Ponta Grossa. Confira a matéria:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1430369-7823-COMUNIDADE+PEDE+CASA+DE+CUSTODIA+PARA+PONTA+GROSSA,00.html

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Polícia Federal completa um ano em Ponta Grossa

O Movimento Campos Gerais de Igual para Igual parabeniza a Polícia Federal, por um ano de trabalho em Ponta Grossa completado no último sábado, dia 28 de maio. Durante um ano de implantação, o serviço da PF garantiu a população local 206 inquéritos instaurados, 265 cartas precatórias e 5.163 passaportes emitidos.
Com a criação do órgão houve aumento das demandas de emissão de documentos e também processos da área criminal, além de medidas de combate ao tráfego de drogas e contrabando na região. O serviço abrange 21 municípios dos Campos Gerais. Pelas dificuldades em desenvolver ações nas ruas da cidade, a expectativa e uma das lutas do Movimento é que a Delegacia da Polícia Federal receba mais delegados e agentes para atender as necessidades crescentes da comunidade da região.
Em um ano, a PF prendeu 48 criminosos, apreendeu 37 automóveis e 700 quilos de entorpecentes na região.